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Dia das Mães também é data para desmistificar a maternidade

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No livro Os filhos da mãe, Marcia Neder busca discutir conceitos tão caros e próximos das mães quanto fraldas ou amamentação. Com muito embasamento teórico e larga experiência prática no atendimento de mães e crianças como psicanalista, Marcia pretende ajudar as mulheres a se libertarem de sentimentos tão opressores quanto a culpa – que começa a crescer junto com a barriga, ainda na gravidez – e o mito da perfeição materna.

Ser mãe é abdicar de ser mulher? Devo largar sonhos e aspirações para me dedicar integralmente aos filhos? Qual deve ser o papel do pai na criação? Questões como são onipresentes nas conversas, grupos de whatsapp, rodas de conversa, numa infinidade de textos publicados nas mais variadas plataformas da internet e em qualquer outros espaço em que abrigue uma mãe. E tudo isso é gancho para Marcia discorrer de forma aprofundada e, ao mesmo tempo, acessível e com potencial incrivelmente transformador. E nem só para as mães este livro é leitura obrigatória. Deveriam tomar conhecimento dele também os pais, avós e inclusive casais que não têm filhos, mas refletem sobre o tema.

Acreditamos que o Dia das Mães é, além de data para celebrar vínculos, um ótimo momento para colocar esses e outros debates fundamentais para construirmos uma sociedade em que mães não se sintam mental e fisicamente sobrecarregadas por tentar atingir um padrão inalcançável e possam analisar abertamente, com a participação dos pais e avós, os papéis que cada um desempenha na estrutura familiar.

Leia abaixo alguns depoimentos de leitoras e saiba por que você também precisa ler Os filhos da mãe:

“Sempre fui da opinião que (ser mãe) é mais difícil do que fácil. E que a grande dificuldade é continuar sendo você, mulher, profissional, esposa e ainda querer ser a mãe perfeita. Não dá. É impossível! E graças a Deus você está desmistificando isso (…). Todos devem ler. Com certeza será meu presente de aniversário para muitas amigas este ano.” V.A.

“Ser lida nas entranhas…este é também um dos tantos pedaços que me comovem os “Os filhos da mãe””. F.L.

“Este foi o único livro que li durante a gestação, e não me arrependo nem um segundo de tê-lo escolhido para este momento. Me trouxe uma dimensão muito clara, tanto dos desafios que teria pela frente, como das batalhas que realmente valeriam a pena ser lutadas. Hoje, relendo o livro após dois anos do nascimento de meu filho, consigo enxergar nele outras camadas de sentido, que seguem contribuindo para a elaboração de meu entendimento sobre a maternidade, sobre as culpas e estereótipos que às vezes, mesmo sem querer, teimamos em incorporar. Tenho vontade de dá-lo de presente à todas as minhas amigas mães, às que querem ser e também às suas mães.” A.M.S.

“Esse livro tinha de ser incluído como leitura necessária em todas as faculdades, devia ser prescrito como remédio a todas as mulheres que sofrem de depressão pós-parto, baby blues e similares, devia ser diluído na água dos bebedouros públicos.” I.

Leia o primeiro capítulo aqui.